4 de janeiro de 2017
SEM FÉRIAS
A exemplo de anos anteriores, o recesso
parlamentar e o forte calor não são empecilhos para que o deputado Maurício Eskudlark continue seus trabalhos
em janeiro. Não, obviamente, na Assembleia Legislativa.
O parlamentar aproveita o mês para
visitar e/ou receber em seus gabinetes autoridades e lideranças de todo Estado. O objetivo é ouvir reivindicações e, por meio delas, elaborar
propostas para que sejam enviadas aos governos estadual e federal e autarquias a partir do recomeço das sessões,
em fevereiro. Ou seja: além de ser uma postura elogiável, Eskudlark se antecipa
para que situações dos mais vários tipos sejam solucionadas o mais rápido
possível.
Também é comum presenciar o deputado –
que tem eleitorado em toda Santa Catarina – em comunidades do interior, em manhãs de
domingo, independente da região, prestigiando eventos. Muitos, salienta-se, só foram realizados
- ou acontecerão - graças a seu apoio. Os beneficiados são dos mais variados
partidos.
Eskudlark valora sua sigla, o PR, mas, sobretudo,
prioriza os anseios da população urbana e rural. E é por isso que seja um dos políticos
catarinenses mais preocupados por prefeitos, vereadores, empresários e lideranças. E nunca deixa ninguém sem resposta.
A propósito: passei os dois últimos dias
de 2016 e o primeiro de 2017 em Carazinho, RS. Como no domingo, dia 1º,
aconteceu a posse dos prefeitos e vereadores eleitos, falar sobre
política foi inevitável. Muitas pessoas daquela região têm parentes em Santa
Catarina, especialmente no Oeste catarinense. Impressionei-me, pois a boa fama de Eskudlark
já chegou por lá. E, pelo que percebi, faz tempo.
Belo exemplo: deputado Maurício Eskudlark aproveita
o período de descanso para ouvir reivindicações
3 de janeiro de 2017
E O GICA?
Gilmar Baldissera era candidato a vice
na coligação liderada por Wilson Trevisan. Devido a uma condenação judicial, em
primeiro grau, que, talvez, poderia ser revertida em instâncias superiores, Gica
optou em não recorrer e desistiu, pois, segundo disse à época, manter a
candidatura poderia comprometer a campanha. Em seu lugar assumiu Alfredo Spier.
Mesmo assim, o ex-prefeito seguiu firme pedindo
votos e auxiliando a chapa que venceu a eleição. Inclusive o pepebista foi
muito cumprimentado.
Participou das primeiras reuniões após a
vitória. Com o tempo, porém, seu nome foi desaparecendo. E agora ninguém ouve
nada sobre ele que, de forma indireta, era pra ser o braço-direito do atual
prefeito. Estranho.
NO ENTUSIASMO É MELHOR SILENCIAR I
Foi entre o Natal e o final do ano. Não
estava em São Miguel. Mas recebi mensagens, todas finalizadas com o tradicional
“kkkkkk” ou “ahahahahah”, de uma suposta entrevista sobre o show que acontece
em São Miguel dia 14 de janeiro com Zezé di Camargo e Luciano.
Durante o bate-papo um dos participantes
teria dito mais ou menos o seguinte: “A população de São Miguel deve agradecer,
pois este evento é um ‘presente’ para a cidade”.
Não me lembro de nenhuma ocasião que um
presente foi cobrado. E, pelo que estou sabendo, quem quiser assistir a
apresentação terá que pagar. No caso,
então, não tem nada de presente.
No afã de enaltecer a promoção, o que
proferiu a frase talvez tenha se entusiasmado. Poderia ter dado o recado de
outra forma. Inclusive mais humilde, já que faz algum tempo que a referida
dupla deixou o apogeu. Sem contar as brigas familiares, divulgadas constantemente pela
grande mídia.
NO ENTUSIASMO É MELHOR SILENCIAR II
Se julgarem meu comentário ofensivo e decidirem mover uma ação judicial, tranquilo. Contratarei um
advogado para me defender. E o juiz julgará.
Menciono isso, pois, chegou a meu
conhecimento que, por causa de meus comentários sobre um outro show, realizado
recentemente, me processariam. Mas nada
se confirmou.
Ou desistiram ou era mentira. E, se preciso for, intimarei a
pessoa que me disse - e quem afirmou a ela sobre o processo - para esclarecer a
situação que, diga-se, ganhou elevada proporção.
NO ENTUSIASMO É MELHOR SILENCIAR III
No dia do show não estarei em São Miguel.
Viajo a Carazinho possivelmente ainda no dia 13 para, no domingo, 15, conferir
a apresentação de Nando Reis.
Mas sou sincero: se estivesse por aqui
não iria. Isso, de forma alguma, significa dizer que desejo que o evento seja
um fracasso ou não atinja os objetivos previstos. Ao contrário: sou conhecedor que a dupla tem
incontáveis fãs na região. Tomara que todos fiquem satisfeitos e as
expectativas dos envolvidos na promoção e do público sejam atingidas e, se
possível, superadas.
Poderia justificar qualquer coisa por
optar em não comparecer. Entendo, porém, que não devo explicações.
RAPOSA CUIDANDO DO GALINHEIRO
O salário de José Carlos Pacheco -
conselheiro aposentado do Tribunal de Contas de Santa Catarina - é de
aproximadamente R$ 184 mil mensais, mais R$ 5 mil por mês em jeton (gratificação) da Secretaria de Estado da Educação.
Além disso, estão sob seu comando 2.650
servidores do governo catarinense. Vários recebem remuneração superior a R$ 100
mil mensais. É uma vergonha, um deboche para um Estado considerado “modelo”.
2 de janeiro de 2017
NANDO REIS EM CARAZINHO
Dia 15 de janeiro, domingo, tem show com Nando Reis, em Carazinho. Desnecessário mencionar a genialidade do ex-integrante do grupo Titãs.
A apresentação acontece no Clube Aquático.
Abertura: 19h30. Início: 21h30.
Informações e compra de ingressos online: www.blueticket.com.br
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| Neste dia 15 tem Nando Reis, em Carazinho |
1 de janeiro de 2017
DE HOJE DE MADRUGADA
Das 06h45 de quarta-feira, 28, até
agora, dormi – ao todo –, no máximo, 20 horas. O cansaço me impede de escrever
o que foi uma das melhores baladas que frequentei nos últimos anos. Refiro-me
ao réveillon da Hipster, em Carazinho. Mas conto tudo amanhã ou terça - quando o
sono estiver em dia e o cansaço se
desvencilhar do meu corpo. Previa que a festa seria super, não imaginava,
porém, que fosse tanto.
Também comentarei sobre a camaradagem do
comunicador, Dj residente e gerente da Hipster e, para minha surpresa, exímio
baterista, Guto de Oliveira. E o prazer de conhecer pessoalmente o locutor e
baita cantor do bom e velho rock and roll, Gustavo Avila, além das novas
amizades que fiz por lá. Pessoal boa gente mesmo. Incluindo a simpática e muito
atenciosa recepcionista do Hotel Plaza Sul - detentora de singular beleza.
Se soubesse, nem teria ido a Chapecó na
quinta, mas, sim, direto à cidade da longa Avenida Flores da Cunha – a qual,
não é segredo pra ninguém, sempre me encantou.
Dia 15 tem Nando Reis por lá. Já comprei
o ingresso, porém problemas pessoais podem impedir que esteja por lá já no
dia 13. Mas a partir de terça me empenharei para resolver a situação e,
consequentemente, viajar à Capital da Hospitalidade. E vou além: muito mais
para estar ao lado de pessoas super bacanas do que, propriamente, assistir a
apresentação do ex-integrante do grupo Titãs. E isso que sou grande fã do
cantor.
Em resumo: 2016 terminou muito bem. E
2017 começou ainda melhor. Tudo graças a essa galera especial que tenho o
privilégio de tê-los como amigos.
31 de dezembro de 2016
TUDO MAIS DO QUE PRONTO
O melhor réveillon do Noroeste gaúcho acontece em Carazinho, na badalada Hipster – uma das melhores casas de shows do Sul do Brasil.
Todos os ambientes estarão abertos. E mais: três palcos simultâneos com estrutura para até três mil pessoas. Todos os estilos musicais (eletrônica, open format, sertanejo universitário e pagode). Estacionamento no campus da Ulbra - ao lado - para maior agilidade e com valor revertido em consumação. Praça de alimentação. Coquetel de frutas ao amanhecer.
Atrações confirmadas: Chris Leão - top Dj nacional, pela primeira vez na região; Lariani Azevedo - The Voice Brasil; Curti Samba (pagode); Dj Vini Martins (open format); Gustavo Avila + Tiago Zirbes (sonora/Rádio 100,3 FM); Stefan Fetzer, Tonny Feld, Guto de Oliveira e Lukinhas (eletrônica). E muito mais.
Informações e reservas: (54) 99916-9412. Isso se ainda há ingressos disponíveis para algum ambiente.
Obrigatório documento de identidade.
O ÚLTIMO E MELHOR DO ANO
30 de dezembro de 2016
PARTICIPAÇÃO ESPECIAL NO HIPSTER RADIO EDIT
Logo mais, entre 22h e 24h, na Rádio 100.3 FM, de Carazinho, faço uma breve participação especial no Hipster Radio Edit - que, por ser o último do ano, será para lá de especial.
O programa, que também pode ser ouvido via internet (http://gazeta1003.com.br/web) é produzido e apresentado pelo comunicador e produtor do programa Guto Oliveira que também é o Dj residente da Hipster - a melhor casa de shows do Noroeste do Rio Grande do Sul e que, a exemplo dos últimos três anos, realizará um das melhores festas de réveillon do interior do Estado gaúcho.
Fico muito envaidecido pelo convite. É que exerci a fascinante profissão de locutor de FM entre os 17 e 23 anos de idade - junho de 1990 a dezembro de 1995 - na Top 104 FM, de São Miguel. Também trabalhei na Rádio 103 FM, mas na função de repórter.
Fico muito envaidecido pelo convite. É que exerci a fascinante profissão de locutor de FM entre os 17 e 23 anos de idade - junho de 1990 a dezembro de 1995 - na Top 104 FM, de São Miguel. Também trabalhei na Rádio 103 FM, mas na função de repórter.
TUDO PRONTO
O melhor réveillon do Noroeste gaúcho acontece em Carazinho, na badalada Hipster – uma das melhores casas de shows do Sul do Brasil.
Todos os ambientes estarão abertos. E mais: três palcos simultâneos com estrutura para até três mil pessoas. Todos os estilos musicais (eletrônica, open format, sertanejo universitário e pagode). Estacionamento no campus da Ulbra - ao lado - para maior agilidade e com valor revertido em consumação. Praça de alimentação. Coquetel de frutas ao amanhecer.
Atrações confirmadas: Chris Leão - top Dj nacional, pela primeira vez na região; Lariani Azevedo - The Voice Brasil; Curti Samba (pagode); Dj Vini Martins (open format); Gustavo Avila + Tiago Zirbes (sonora/Rádio 100,3 FM); Stefan Fetzer, Tonny Feld, Guto de Oliveira e Lukinhas (eletrônica). E muito mais.
Informações e reservas: (54) 99916-9412.
Obrigatório documento de identidade.
Realização: Hipster, G1 Entertainment e Flow Paradox.
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| O melhor lugar para começar 2017 é na Hipster |
COMEÇANDO BEM A FOLGA DE FINAL DE ANO I
Ontem, em Chapecó, depois de um jantar com amigos e
ex-colegas de trabalho, dos tempos que era repórter da RBS TV, sucursal de São Miguel, resolvi ‘curtir
a madrugada’. Fui num ambiente bacana. O problema é que o "premiado aqui", entre
tantas mulheres, conseguiu ficar com, bem possivelmente, a única que culminaria
em mais uma confusão gratuita.
Tudo ia bem até aparecer o ex-namorado
da moça. Não rolou nada de agressão física. Em compensação sobrou agressão verbal.
Resumindo: fiquei sem dormir, sem mulher e sem comer – no caso tomar o café da
manhã.
Nem devia me importar, pois coisas desse
tipo há tempos se tornaram rotineiras, normais. Só que, às vezes, enche o saco.
Definitivamente, e muitos que me conhecem
concordam, devo ter um imã invisível que atrai polêmicas e situações
desagradáveis. E de graça!
COMEÇANDO BEM A FOLGA DE FINAL DE ANO II
Por outro lado, ao chegar em Carazinho,
como sempre acontece, tudo muda. A sensação agradável de parte da feliz infância
me invade. É como se fosse um benzodiazepínico natural. Ideias, pensamentos, perspectivas
e, sobretudo, humor se alteram para melhor. Indescritível. Inexplicável.
Até o trevo de acesso à cidade, o cara
que sempre afirma que jamais casará e nunca terá filhos, observa casais com crianças
e, repentinamente, começa a sonhar em subir ao altar e imaginar se será menino
ou menina o primeiro fruto da união do casal.
O sujeito que venera a solidão quer
ficar rodeado de pessoas. Deseja conversar com gente amiga e, também, com
desconhecidos. Andar a pé pelas ruas.
Mesmo sem dormir a quase 24 horas brinca
com a recepcionista do hotel. É simpático até com as pedras. Imagina como serão
as baladas e, principalmente, risadas.
Não se dá conta que, na verdade, quem
assumiu o ‘comando’ de sua vida depois do trevo foi a criança, assim como o
adulto voltará a conduzi-la no mesmo instante que iniciar a viagem de retorno.
Isso Freud explica. E é por isso que já
defini que Psicologia será a minha terceira graduação.
29 de dezembro de 2016
LOGO MAIS
Hoje à noite, em Chapecó, participo de um jantar de confraternização. Entre os presentes, grandes amigos e ex-colegas de trabalho do tempo que exerci a função de repórter na RBS TV.
Um deles é o Jânio Mayer que, à época, era o coordenador de Jornalismo. É claro que alguns dos participantes acharão algo para fazer depois.
Já a manhã pela manhã sigo a Carazinho onde, a partir das 12h, começamos a 'contagem regressiva' para o melhor réveillon do Noroeste gaúcho que, mais uma vez, será na Hipster.
VIDA DE JORNALISTA - investigativo -
Não é minha área. Sou jornalista
opinativo. Além disso, estou mais para acadêmico de Direito. Mesmo assim, me
aventurei naquela que sempre foi minha paixão: o jornalismo investigativo.
Fazem mais de 30 dias que estou envolvido na elaboração de uma grande reportagem - em um município do Extremo Oeste.
Prevejo que, para concluí-la, serão necessários, no mínimo, mais o dobro desse tempo. Isso se tudo ocorrer conforme o planejado. Já desvendei o fio da meada. Mas sem provas não adianta nada.
Hoje, por exemplo, durante parte da
tarde, me dediquei a colher mais informações. Além de a maioria optar pelo silêncio, tem que averiguar a veracidade do que disseram aqueles que colaboraram com depoimentos. ‘Cruzar dados’. Outro obstáculo é o acesso a documentos.
Por volta das 21h30 iniciei os trabalhos
de organizar tudo o que tenho, além de pesquisar, ler teses e livros e
continuar a redação da matéria. Agora são 04h20 e ainda há muito a fazer. E já
teve outras madrugadas assim.
Mas quando se faz algo que se gosta o
tempo passa rápido. E o cansaço desaparece.
Em tempo: lembro de uma grande reportagem que elaborei. Foram os projetos experimentais de rádio e televisão - 30 minutos cada um - de conclusão do curso de Jornalismo.
Resolvi, como em outros casos, 'mexer em vespeiro' e produzir duas matérias (rádio e televisão) sobre uma chacina, ocorrida em 1983, em Barracão, PR, que fica junto a Dionísio Cerqueira, SC.
Taxistas das duas cidades - e outras da região - invadiram a cadeia. Sete pessoas - uma mulher e seis homens - acusados de arquitetarem uma trama para roubar taxistas, além de assassinar dois, foram linchados.
Há depoimentos que dizem que, no mínimo, três eram inocentes. O processo investigatório para esclarecer as circunstâncias dos crimes e, obviamente, punir os responsáveis se arrastou por vários anos. Passou nas mãos de vários promotores de Justiça.
Depois de muito tempo foi arquivado, pois, conforme o Ministério Público, não se conseguiu identificar quais foram os autores dos golpes fatais que causaram as mortes.
Nenhum dos supostos acusados foi preso. Tive acesso a algumas fotografias. Os acusados foram amarrados em carros e arrastados, em estrada de chão, por mais de três quilômetros. E teve mais coisa. A barbárie não foi elucidada.
Estranhei que o juiz, o promotor de Justiça e o policial de plantão, quando o fato aconteceu, se recusarem a conceder entrevistas, mesmo sabendo que nada seria divulgado em meios de comunicação - apenas para a banca. Além disso, foram oferecidos meios como o de modificação de voz e de não aparecer o rosto. Não teve jeito. Sequer informações repassaram. Um deles, inclusive, não imagino a razão, criticou o meu trabalho investigativo.
Em tempo: lembro de uma grande reportagem que elaborei. Foram os projetos experimentais de rádio e televisão - 30 minutos cada um - de conclusão do curso de Jornalismo.
Resolvi, como em outros casos, 'mexer em vespeiro' e produzir duas matérias (rádio e televisão) sobre uma chacina, ocorrida em 1983, em Barracão, PR, que fica junto a Dionísio Cerqueira, SC.
Taxistas das duas cidades - e outras da região - invadiram a cadeia. Sete pessoas - uma mulher e seis homens - acusados de arquitetarem uma trama para roubar taxistas, além de assassinar dois, foram linchados.
Há depoimentos que dizem que, no mínimo, três eram inocentes. O processo investigatório para esclarecer as circunstâncias dos crimes e, obviamente, punir os responsáveis se arrastou por vários anos. Passou nas mãos de vários promotores de Justiça.
Depois de muito tempo foi arquivado, pois, conforme o Ministério Público, não se conseguiu identificar quais foram os autores dos golpes fatais que causaram as mortes.
Nenhum dos supostos acusados foi preso. Tive acesso a algumas fotografias. Os acusados foram amarrados em carros e arrastados, em estrada de chão, por mais de três quilômetros. E teve mais coisa. A barbárie não foi elucidada.
Estranhei que o juiz, o promotor de Justiça e o policial de plantão, quando o fato aconteceu, se recusarem a conceder entrevistas, mesmo sabendo que nada seria divulgado em meios de comunicação - apenas para a banca. Além disso, foram oferecidos meios como o de modificação de voz e de não aparecer o rosto. Não teve jeito. Sequer informações repassaram. Um deles, inclusive, não imagino a razão, criticou o meu trabalho investigativo.
ANTES E DEPOIS
O procedimento (fotos abaixo) foi realizado pelo cirurgião-dentista Eduardo Ghissi, de São Miguel. O dentista vem se destacando cada vez mais nas especialidades que atua.
A boa fama de Ghissi ultrapassa fronteiras. Prova disso é que entre seus pacientes há pessoas de outras cidades - maiores que São Miguel - dos três Estados do Sul.
A boa fama de Ghissi ultrapassa fronteiras. Prova disso é que entre seus pacientes há pessoas de outras cidades - maiores que São Miguel - dos três Estados do Sul.
| Este é apenas um dos vários procedimentos efetuados pelo cirurgião-dentista Eduardo Guissi, de São Miguel |
28 de dezembro de 2016
27 de dezembro de 2016
FATO
O cara ouve ‘Poison Heart’ - Ramones. Deixa-se invadir pelo som. Escuta mais de uma vez, pois não há como enjoar. A música faz lembrá-lo das boas festas de tempos idos. De como tudo era diferente - e melhor. Pensa até em ligar para os amigos da época.
Entusiasma-se. Resolve sair. Já na primeira esquina depara-se com um monte de jovens bebendo demasiadamente e ouvindo Gustavo Lima - ou coisa do tipo. Desanima, mas segue adiante. Em menos de 100 metros nota outra turma - moças e rapazes - igualmente embriagando-se e dançando ao ritmo de uma música (?) funk.
Então volta ao mundo real e retorna à sua casa. Resta-lhe dormir e se consolar que os tempos são outros. Antes, porém, reza. Faz alguns pedidos. Entre eles: aceitar que as coisas mudaram. Aliás, sua idade já deveria ter lhe avisado.
SEM HORÁRIOS E SATISFAÇÕES
Das 12h desta quarta-feira, 28, até às
08h de terça-feira, 03, não haverá horários para nada, exceto a dois ou três compromissos
assumidos para festar. E muito. É folga. Já virou tradição.
E que me perdoem os comprometidos, mas,
pelo menos nestes casos, a vida de solteiro é muito melhor.
Ir onde se quer como quem tudo ou nada quer. Ficar o tempo que quiser. E repetir a dose no Carnaval num lugar qualquer.
26 de dezembro de 2016
BOA
“O silêncio
está tão repleto de sabedoria e de espírito em potência como o mármore não
talhado é rico em escultura”. Aldous Huxley.
A propósito: além do clássico ‘Admirável Mundo Novo’, recomendo mais duas obras literárias do escritor inglês: ‘As Portas da Percepção’ e ‘O Macaco e a Essência’.
A propósito: além do clássico ‘Admirável Mundo Novo’, recomendo mais duas obras literárias do escritor inglês: ‘As Portas da Percepção’ e ‘O Macaco e a Essência’.
O MELHOR LUGAR PARA COMEÇAR 2017
O melhor réveillon do Noroeste gaúcho
acontece em Carazinho, na badalada Hipster – uma das melhores casas de shows do Sul do Brasil.
Todos os ambientes estarão abertos. E mais: três palcos simultâneos com
estrutura para até três mil pessoas. Todos os estilos musicais (eletrônica,
open format, sertanejo universitário e pagode). Estacionamento no campus da
Ulbra - ao lado - para maior agilidade e com valor revertido em consumação.
Praça de alimentação. Coquetel de frutas ao amanhecer.
Atrações confirmadas: Chris Leão - top Dj
nacional, pela primeira vez na região; Lariani Azevedo - The Voice Brasil;
Curti Samba (pagode); Dj Vini Martins (open format); Gustavo Avila + Tiago
Zirbes (sonora/Rádio 100,3 FM); Stefan Fetzer, Tonny Feld, Guto de Oliveira e Lukinhas (eletrônica). E
muito mais.
Informações e reservas: (54) 99916-9412.
Obrigatório documento de identidade.
Realização: Hipster, G1
Entertainment e Flow Paradox.
SE NÃO FOSSE A ‘AJUDA’ DARIA CERTO
E com a ‘baita’ força da amiga tudo deu
‘quase certo’. Aliás, já a conhecia de outros Natais com outros papais-noéis. Por
isso, justamente, pressentia que algo não sairia conforme o planejado.
A propósito: algumas pessoas sentem
prazer no desprazer alheio. De forma velada, é claro. Mas é final de ano, então
colocaremos a culpa na ‘ingenuidade’.
E, de boa, já tinha jogado a toalha. Segredo
em três não existe.
25 de dezembro de 2016
24 de dezembro de 2016
TURMA DO DUTRA (TDD) - sete anos -
QUASE TUDO)))((((QUASE NADA # ; % * (¥ ᵩ Ⱡ) ٓ
Turma do Dutra - ≠ʄ ¥
Turma do Dutra - ≠ʄ ¥
کارازینهو] Desde 25-12-2009
HS - AS - ES - SF
QUARTOS DE HOTEL - postada em 18 de julho -
A primeira vez que vagamente me interessei por quartos de hotel foi quando ouvi, em 1992, a música ‘Quartos de Hotel’, dos Engenheiros do Hawaii, do disco Várias Variáveis, gravado no final de 1991.
Mas foi o livro Hotel, de Arthur Hailey, que me fez imaginar inúmeras situações que poderiam acontecer num hotel – em especial em seus quartos. Gostei tanto que li mais três do autor (Hospital, Remédio Amargo e Dinheiro). Recomendo os quatro.
Os anos passaram e sempre, nas viagens a trabalho ou a passeio, observava detalhes, hóspedes, funcionários e não entendia o motivo desta ‘fascinação’. Descobri tempos depois: é que, na grande maioria das vezes, viajava com colegas de trabalho, familiares ou namoradas.
O prazer veio ao acaso quando decidi passar um feriadão em uma cidade que não conhecia ninguém. Estava só. Sem compromisso, nem horários. Livre! E com o passar dos anos o encanto aumentou.
Aprecio analisar, conhecer e conversar com gente de outros lugares. Ouvir casos. Tudo fica gravado na imaginação. Depois, no retorno ao quarto de hotel, ouvindo músicas, escrevo um texto, sob minha interpretação. Não os publico. É uma espécie de hobby.
Faço o mesmo ao andar pela cidade escolhida. Visualizo tudo que estiver ao meu alcance. Flertei-o com moças – mesmo ciente que, muito provavelmente, jamais voltaremos a nos ver. Imagino. Crio fantasias. Depois, de volta ao quarto, escrevo para mim mesmo.
À noite saio sempre sozinho. Às vezes volto com mulheres recém conhecidas (obras do acaso). Sem pretensões. As intenções se limitam a poucas – e bem aproveitáveis – horas a sós. De vez em quando rola um diálogo - sério, hilário, louco e, até mesmo, sem graça.
Estar só num quarto do hotel, em outras cidades, representa uma sensação de plena liberdade. Sair e voltar quando e como se quer. Sem a necessidade de prestar explicação. Sem preocupação. Ou, para alguns, ‘sem noção’.
"MORDI A LÍNGUA" - postada em 24 de setembro -
Naquele sábado à noite, em Florianópolis, saí sem pretensões. Fui ao Jonh Bull Pub, na Lagoa da Conceição. Queria apenas ouvir rock. Não lembro o nome da banda. Recordo que era de Curitiba. E os caras tocavam bem.
Fiquei no meu canto. Mas o som estava muito bom. Então comecei a circular pelo ambiente. O energético afastou o sono. A música me animou. Estava só. Não conhecia ninguém. Ninguém me conhecia.
A balada encerrava às 04h. Por volta das 02h45, sem querer, percebi à minha frente uma mulher atraente e bem vestida. A fragrância do seu perfume me contagiou. Encaramo-nos.
Fiquei por lá e - até me impressionei comigo mesmo - comecei a observá-la indiscretamente. Calculei que ela fosse, no mínimo, cinco anos mais jovem do que eu.
É que sou ‘das antigas’. No meu entender, o homem sempre tem que ser mais idoso, mais alto e ter mais dinheiro do que a mulher que pretende se envolver. E foi aí que a indecisão bateu. Seu jeito demostrava que sua condição financeira era melhor do que a minha. Portava-se de maneira condizente com a fineza.
Continuamos a nos olhar. Não me contive e fui ao encontro dela. Trocamos algumas palavras e logo nos deslocamos a um lugar mais reservado.
Minha intuição estava certa. Quando me disse o que fazia ficou evidente que minha conta bancária é quilométrica inferior a sua.
Durante o agradável diálogo, perguntou minha idade. Respondi e, como de forma automática, quis saber a dela que, prontamente, atendeu minha solicitação. Fiquei boquiaberto e pedi que repetisse. Tinha quatro anos a mais do que eu. Ela percebeu meu rosto enrubescer. Quis saber o motivo. Nem lembro o que falei. E a dúvida me invadiu: seguir meus preceitos ou ceder à tentação.
Até tentei resistir, mas sua beleza e cultura venceram o meu conceito (preconceito?). Fomos embora. Detalhe: no carro dela, pois tinha ido de táxi.
Na volta a Chapecó, no final da noite de domingo e início da madrugada de segunda, no avião - e nas 'alturas' -, pensei em meus princípios e cheguei à conclusão que os tempos são outros e, consequentemente, terei que rever muitos deles. Em vários sentidos. Em muitas situações.
23 de dezembro de 2016
DOS TEMPOS QUE EU ERA LOCUTOR DA TOP 104 FM E 103 FM
https://www.youtube.com/watch?v=rGNXNTrK6LA
*Um dos meus sons preferidos desde 1995.
*Um dos meus sons preferidos desde 1995.
A UM 'FIGURÃO' DE SÃO MIGUEL
A Constituição, em seu art. 5º, dispõe acerca dos direitos e deveres individuais e coletivos. Entre os direitos, firma o texto constitucional o princípio do acesso ao Judiciário, segundo o qual "não se pode excluir da apreciação judicial" qualquer 'lesão' ou 'ameaça' de direito.
Ou seja: assegura o direito de pleitear prestação jurisdicional sempre que algum direito for 'lesado' ou 'ameaçado'.
Em tempo: Caso não entendeu oriente-se com um advogado ou, além de suas manjadas tramoias, continue 'pastando'.
TRISTE
O ano está terminando e, para a grande
maioria da população migueloestina, de forma triste. A causa é a morte do
ex-vereador (cinco mandatos, sendo o vereador mais votado da história do
município – 2001 votos); ex-prefeito (dois mandatos); ex-deputado estadual (um
mandato) e ex-secretário regional, Luiz Basso.
Além de íntegro e caridoso, foi um dos
políticos mais idôneos da história do Extremo Oeste. Sua vida foi norteada pela
honestidade. Responsável por inúmeras conquistas que foram - e são - fundamentais
para o desenvolvimento de São Miguel e região.
A morte é inevitável, mas o legado fica.
Sua conduta exemplar – na vida pública e
pessoal – fará que seu nome jamais seja esquecido.
Que o novo ano que se avizinha faça que
reflitamos e, principalmente, nos miramos no exemplo de vida de Luiz Basso. Se todos
tivessem a postura dele, o mundo seria infinitamente melhor. Em todos os
sentidos.
O SOM
“Palavras desvanecem. O
silêncio fala. O silêncio diz mais”. Parte da letra de ‘Moment 72’ - The
Appleseed Cast.
E COMO DISSE O ILUSTRE (o cafajeste)
Ninguém depositou por engano R$ 25 milhões na minha
conta. Mas tudo bem. O importante é ter saúde.
HÁ DEZ ANOS
Alguns proprietários precisam ‘se tocar’ e
construir o passeio em frente a seus imóveis. Vários terrenos valem cifras
consideráveis, mas, infelizmente, o dono não gasta nada para construir uma
simples calçada.
Além de prejudicar a beleza da cidade, a situação
prejudica os pedestres. Muitos, por falta ou precariedade do passeio, tropeçam
ou se desiquilibram e caem. Sem contar os que, por causa do problema, obrigam-se
a transitar pela rua.
*Coluna Roger
Brunetto, 23 de dezembro de 2006.
22 de dezembro de 2016
JÁ COMPREI O INGRESSO
Dia 15 de janeiro tem show com Nando
Reis, em Carazinho. Desnecessário mencionar que o cara é fera. A apresentação
acontece no Clube Aquático. Abertura: 19h30. Início: 21h30. Informações e
compra de ingressos online: www.blueticket.com.br
SÁBADO, NO JOY
Rafael Malenotti – vocalista dos Acústicos e Valvulados – e banda As Velhas da Chalaca é a atração do Joy Lounge Bar neste sábado, véspera de Natal. Dj Roberto Bonet comanda a balada antes e depois da apresentação.
Bistrôs, limitados, para seis pessoas – com um litro de Smirnoff: R$ 300,00. Reservas: 988125200.
Ingressos antecipados (pista), R$ 25,00, em São Miguel no Posto Volta Grande, Sweel, Chaplin e no Joy. Descanso: Cantinho Doce. Maravilha: Atitude Modas. Iporã: Hora Certa. Cedro: Rádio Cedro FM. Guaraciaba: Canecos. Online: minhaentrada.com.br
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| A balada de Natal, em São Miguel, é no Joy Lounge Bar |
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